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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Reflexões importantes acerca o uso dos cristais...


"Chamamos de cristal, indiferentemente, qualquer tipo
de pedra e não apenas aqueles tecnicamente assim designados. É
um linguajar comum não apenas ao meio esotérico, mas também
aos que lidam com o comércio de pedras - os "pedristas" - do
garimpeiro ao exportador.

Não perca de vista: o cristal é um instrumento.
 Não é
ele que opera sozinho o "milagre", a "mágica" da cura. Como
qualquer energizador, ele vai obedecer à sua vontade profunda,
harmonizar você o seu melhor, ajudá-lo a encontrar o
equilibrio.
Muitas vezes a atuação do cristal não corresponderá à
sua vontade racional ou ao seu entendimento "consciente". Espere
e reflita. Com o passar do tempo, vai entender que o que recebeu
era de fato o melhor para você. 

O cristal atua no nível do seu
inconsciente profundo, equilibrando o eixo e trazendo você para
o fluxo fluido do seu próprio caminho.
O cristal é uma energia vital. Possui uma capacidade de
pulsação magnética que atrai e expulsa energia do campo onde se
encontra. Faz, portanto, um movimento no contexto energético,
impedindo a estagnação e o apodrecimento de qualquer instância
(física, espiritual ou emocional), limpando as impurezas e impon-
do uma organização e um equilíbrio das correntes energéticas por
ele operacionalizadas.

Portanto, lembre-se: CRISTAL NÃO É ASPIRINA. Ou
seja: não foi feito para se tomar como remédio. Não é este o seu
papel. Ele pode até - e geralmente o faz - funcionar como um
eliminador de sintomas (tipo dor, insônia, angústia, etc.). Isto
acontece porque, sendo uma energia viva, vai mexer com os
pontos nodais de energia, nervos e músculos truncados, o que traz
um alívio imediato, por vezes. Mas na realidade seu uso deve ser
constante e não circunstancial, para que possa curar a causa que
está por trás dos sintomas visíveis.

Caso você use um cristal para eliminar um sintoma ime-
diato e o sintoma não desapareça, não hesite: tome um comprimi-
do. Não fique esperando a "mágica".
O cristal funcionará a curto, médio ou longo prazos,
equilibrando a questão a que se refere, acredite você ou não. A
convivência, a presença de um cristal no seu ambiente é o suficien-
te para garantir sua eficácia.

No entanto, esta eficácia será reforçada pela sua intenção
consciente e pelos cuidados que você dispense ao seu cristal,
como
se fosse um amigo querido ao qual você vai dar condições ideais
de trabalho. O que significa: limpá-lo, energizá-lo, colocá-lo num
local agradável e "conversar" com ele.

O cristal é um energizador como muitos outros. Sua
atuação sobre o campo de um sintoma, por exemplo, corresponde
à de um saco de água quente que emite calor, de uma lâmpada, de
um exercício respiratório, etc. São todos relaxantes que, ao soltar
o ponto atacado pela nossa tensão, alcançam um efeito de alivio,
certamente com mais chances de rapidez do que qualquer calman-
te. Outro instrumento poderoso e prático são as nossas próprias
mãos. Falaremos sobre a energização com as mãos ao final deste
manual.

Ninguém pode afirmar com certeza até que ponto o
cristal funciona por causa das suas interações físico-quanticas com
os elementos que alcança e com os quais interage num campo
magnético, ou até que ponto vai a eficácia simbólica (processo pelo
qual elegemos qualquer coisa como símbolo e determinamos, nós,
que este símbolo causará um efeito. 

Passamos a utilizar este
objeto sempre que desejamos alcançar tal efeito, e ele nos "obedece",
tornando-se ponte e instrumento para a realização das nossas
determinações internas). Não há dúvida, porém, de que o cristal
funciona.

Não se esqueça: nenhum comportamento de depen-
dência é saudável. Quando utilizamos qualquer tipo de instru-
mento como uma bengala, temos que ter consciência de que este é
um processo válido, mas apenas intermediário. Qualquer ins-
trumento fora da nossa própria vontade e decisão serve apenas
para auxiliar a retomada da nossa capacidade de atitude. Jamais
pode ser confundido com um alicerce, é apenas um ponto de apoio
transitório.

Isto quer dizer que se durante algum tempo, ou depois de
um apego intenso, você se "esquecer" dos seus cristais, se
"desli-
gar" deles, é apenas um comportamento natural.
Não alimente mistérios nem atribua episódios "incom-
preensíveis" a qualquer instrumento energético, porque isto não
corresponde à verdade, é fruto da cabeça dos homens. A lingua-
gem da natureza é clara, simples e direta. Quanto menos você
complicar sua leitura, mais chance terá de entender os "sinais".

Não adianta repetir como um papagaio rituais e manias
os cristais - ou qualquer outra coisa - porque leu num
livro ou porque alguém lhe disse que funciona. Isto é pura perda
de tempo. Nada em que você não acredite com convicção, porque
faz um sentido absoluto para você, funcionará. E as forças da
natureza não precisam de rituais, a não ser os que você cria ou
adota por fé consciente ou como instrumento de uma relação
afetiva com seu objeto. O próprio cristal, quando você o utiliza
sem
acreditar nele, se encarregará de criar os acontecimentos que vão
lhe mostrar que ele funciona. Não é preciso forçar nada.
Se alguém puser a mão no "seu" cristal, não tenha uma
crise histérica. Não vai alterar nada, na verdade. Se achar que
pegou uma "carga negativa", simplesmente limpe, energize e
continue usando. Se não quiser mais usar, devolva para a
natureza."
Texto retirado do livro:
Cristal não é aspirina
de:
Virgínia Cavalcanti
e
Fréderic
Compartilhado do blog:http://angeladoscristais.blogspot.com.br/

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